Literatura

Nota editorial: "John Ben y la Flota del Trueno", de Alejandro Benson

A MBA Ediciones S.L. apresenta "John Ben y la Flota del Trueno", de Alejandro Benson: o primeiro livro de uma saga de aventuras navais no Caribe de 1760. Já à venda na Amazon, em espanhol e em inglês.

Nota editorial: "John Ben y la Flota del Trueno", de Alejandro Benson
A MBA Ediciones S.L. apresenta JOHN BEN Y LA FLOTA DEL TRUENO de Alejandro Benson Sem pretensões literárias nem galardões de qualquer tipo, John Ben y la Flota del Trueno vem refrescar a narrativa de época e de aventuras. Caribe, 1760. O capitão John Ben, oficial da marinha inglesa ao comando do Storm — fragata de 46 canhões de bronze —, cansa-se de sangrar por um rei que não conhece o seu nome. Convoca a sua tripulação em plena tempestade e propõe-lhe um pacto: assinam um manifesto de irmandade — espólio repartido em partes iguais, voto para cada homem —, atiram a insígnia real ao mar e escolhem ser livres. Nasce a Flota del Trueno. Não é a crónica de uns fugitivos: é a anatomia de uma rebelião. Ben desafia o maior império da Terra não só com os seus canhões, mas com o fio da sua inteligência: o tesouro enterrado num ilhéu perdido, um segundo navio — o Zephyr — ao comando do seu fiel Thomas Fletcher, e um plano mestre que nenhum pirata sonhou: comprar a própria Coroa com o seu ouro e os seus segredos, até arrancar o perdão real para os seus homens. E entre o estrondo dos canhões, o contraponto: Clara. Filha de um conselheiro do governador, criada entre leis de papel e varandas de pedra, encontra em Ben o único elemento real do seu mundo — e ele, que rendeu navios de guerra, rende-se perante ela. Diz o cirurgião de bordo: essa mulher conseguiu o que quarenta e seis canhões espanhóis não puderam: tomar a sua cidadela. Entre eles nasce um pacto mais sagrado do que qualquer manifesto assinado com tinta — "Voltarei" —, selado com uma concha de nácar que canta um oceano que não pertence a nenhum rei. E o golpe mestre final não se joga com abordagens, mas com papel e posto, irrompendo na noite de um casamento imposto. Um destino escrito com pólvora, liberdade e amor. A história move-se por um Caribe de 1760 onde as armadas dos impérios disputavam cada milha de mar e cada porto era uma aposta. Ben conhece esse mundo por dentro: a disciplina de bordo, o estrondo dos canhões do Storm, a vida entre tempestades. E decide dar-lhe a volta: usar tudo o que aprendeu para fundar uma irmandade onde cada homem vota e cada espólio se reparte. A Flota del Trueno não nasce do pilhagem: nasce de uma ideia, a de que a liberdade também se pode organizar. Alejandro Benson deixa-nos este primeiro livro da saga de aventuras navais. Como anedota: numa ocasião um jornalista chamou-lhe escritor, e ele corrigiu-o sem hesitar: "Não, eu mais do que escritor sou um contador de histórias". E prova-o bem, mantendo-nos em suspenso ao longo de toda a sua obra, a qual o convidamos a descobrir. Recomendação da editora: para leitores que procuram aventura a sério — sem artifícios, com mar, pólvora e homens que escolhem o seu próprio destino. Uma leitura para quem desfruta da aventura clássica contada sem pressas, com o mar como cenário e a liberdade como bandeira. Lançamento: Miami, Florida, Estados Unidos. John Ben y la Flota del Trueno — Já à venda na Amazon, em espanhol e em inglês.